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BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, RIACHO GRANDE, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Animais, Animais, Animais!!!!
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Mundo Vet
 


Atualializando as noticias

Horrível eu fazer isso de contar que algo grave aconteceu, e em seguida ficar vários dias sem postar, né?

Mas você vai me entender. Conforme o previsto, os dias seguintes ao atropelamento do Léo foram do mais puro stress. Mantive ele dentro da clínica, alternando entre um canil que parecia grande, mas que ao vê-lo lá dentro tornou-se pequeno, e o quintalzinho da clínica, disputado por mais um bando de outros cães que moram aqui.

Imagine coordenar tudo isso, sendo que só eu conseguia colocar a mão na fera?

Os funcionários da clínica entraram em pânico, surtaram, achando que ele fugiria e atacaria todo mundo. Ele não é assim tão bravo, mas sei lá, estava todo mundo fazendo tempestade em copo d'água.

O mais grave foi que a partir de um determinado dia, o Léo começou a rosnar até prá mim. Sempre fui amada e idolatrada por ele, mas não é a primeira vez que numa situação de stress ele não me reconhece nem pelo cheiro, pela voz, pela visão, nada.

Tive que deixá-lo preso por mais de 24 horas...eu chorando do lado de fora da grade do canil, e ele rosnando para mim pelo lado de dentro...

Confesso que pensei seriamente na possibilidade de uma eutanásia. Era ele ou eu. Eu não podia vê-lo sofrer, sem nem ao menos poder dar-lhe uma injeção de analgésicos. Também não poderia enfrentá-lo na força,pois não tenho dúvidas de que ele me rasgaria inteira.

Problemão!!!!

Graças a Deus existe mais uma pessoa que ele gosta, então pedi que viesse aqui. Deu certo. Como essa pessoa não o havia medicado, ele não estava magoado com ela. Levamos o Léo para o canil dele, espaçoso, onde bate sol, e que é seu porto seguro.

Depois disso tudo ficou mais fácil, e o Humor do Léo melhorou muito.

Afastamos a hipótese da eutanásia.

Com relação à saúde dele, a pata onde suturei está ok, já poderia até tirar os pontos (como?rs). Ele ainda manca, pois existiu uma pequena fratura, mas que não se consolidou ainda.

Tenho certeza que ele vai ficar bem.

Obrigado à todos que se preocuparam com ele e escreveram comentário ou enviaram e-mail.

Fotos vou ficar devendo. Não para de chover nesta terra, as fotos não ficariam boas.

 



Escrito por Minestra às 21h31
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Fim de semana agitado

Tenho duas notícias deste fim de semana: uma boa e uma ruim.

Não vou perguntar qual você quer que eu conte primeiro, porque já decidi que vou contar na ordem dos acontecimentos.

A boa notícia é que o povo da Polivet resolveu colocar as manguinhas de fora e curtir um pouco a vida. Reunimos todos e fomos à um evento com forró para dançar.

Nenhum detalhe do que aconteceu nessa noite é publicável, mas vou adiantando que todos querem repetecos mensais da bagunça.

Ô povo animado!

 

Bom , a notícia ruim...bom, estamos tentando ver pela melhor ótica , o do otimismo, mas não é fácil.

Durante esta madrugada um carro provavelmente desgovernado colidiu contra o portão do terreno, derrubando-o, e mais do que o prejuízo material, a queda do portão fez com que o Léo, o fila brasileiro nosso guardião, fosse para a rua.

Foram momentos de muito pânico, pois trata-se de um animal de quase 60 quilos muito agressivo com estranhos.

Em sua fuga, foi pego por um ônibus e disso resultou uma fratura em seu pulso esquerdo, e uma grande ferida (já suturada) nessa mesmo região.

Consegui resgatá-lo em bem pouco tempo, mas o stress foi muito grande.

Graças a Deus ele não atacou ninguém na rua...ao contrário disso, estava indefeso e amoado na porta de uma casa, quando foi encontrado.

O maior problema que enfrentamos agora é que os consertos improvisados no portão e no muro não asseguram segurança para que o Léo volte ao seu posto, e não há por aqui outro lugar espaçoso para ele.

Lidar com ele junto com os funcionários dentro da clínica a partir de amanhã também será problema.

Bom, vamos ver no que vai dar...e torçam para dar tudo certo.

Sai, uruca!!!!!



Escrito por Minestra às 21h56
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