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BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, RIACHO GRANDE, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Animais, Animais, Animais!!!!
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Mundo Vet
 


Temporada de partos

Agora o relógio marca 0h45.

Estou acompanhando o parto de uma shi tzu.

História interessante a dela.

Uma cliente estava preparando o jantar na cozinha de uma casa simples. Ouviu um ruído na sala e estranhou, pois deveria estar sozinha. Onde mora, uma casa é encostada na outra, a rua de terra, quase não passam carros. Sempre deixa a porta da casa aberta.

Olhou na sala e encontrou uma cachorrinha da raça shi tzu dando cria em seu tapete...

Ela está agora aqui para acompanhamento do parto, que por enquanto está normal.

Seus dois primeiros filhotes nasceram mortos. O primeiro estava dependurado pelo cordão umbelical ainda preso à ela. O segundo teve um parto menos traumático, mas também não respirou. O terceiro nasceu esperto, logo começou a respirar e a chorar. Parece uma vaquinha malhada.

A pessoa "sorteada" pela cachorrinha pretende não ficar com ela, mas um cliente que a viu aqui já se propôs a ficar com a "VITÓRIA", nome escolhido pela dona da "casa-maternidade".

 

 



Escrito por Minestra às 23h34
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Os primeiros minutos de vida

Minha diversão na madrugada do ultimo sábado para domingo foi trazer a este mundo essa coisa minúscula, posando para foto na mão da minha filha Isa.

A mãe, a Meg, é uma pinscher muito pequena, de 2 Kg, que cruzou no  primeiro cio, época em que ainda não tem amadurecimento fisico e hormanal suficientes para gestar e parir.

Sua proprietária não sabia disso, e a levou para namorar com um pinscher menor ainda. Mas nem o tamanho reduzido do pai foi suficiente para evitar a cirurgia.

Depois de mais de 6 horas em trabalho de parto operamos a Meg e hoje ela é responsável pela amamentação de duas filhotinhas minúsculas.

Que bom que foi castrada durante a cesariana...nunca mais passará esse sufoco.

Minha filha não tem mais lá muito interesse pelas minhas atividades na clínica, pois a rotina foi mostrando à ela muitos cheiros e imagens que ela não gostou muito, mas quando ouve dizer que há uma cesariana, se paramenta e comparece à sala de cirurgia seja a hora que for.

Por isso ela me perguntou ontem se não existe na veterinária a especialização em neonatologia...

Quem sabe um dia...



Escrito por Minestra às 22h19
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Boas noticias...já estava na hora mesmo

26/08/2004 - 08h03

Pesquisas mostram benefícios do convívio com animais

KARINA KLINGER
free-lance para a Folha

A medicina parece estar aumentando suas apostas no papel que os animais podem ter além do convívio com os homens. Hoje, no Brasil, as universidades têm aberto mais as portas para experiências que queiram comprovar a eficácia da zooterapia. O assunto vai entrar pela porta da frente na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Neste segundo semestre, a disciplina de zooterapia será incluída no currículo dos alunos do segundo ano. As aulas, que começam no mês que vem --por causa do atraso provocado pelos 106 dias de greve no primeiro semestre-- já estão com as vagas esgotadas.

"O assunto é novo por aqui e faltam pesquisas na área, por isso vamos iniciar o curso. Os médicos ainda são muito céticos em relação a essa terapia. É preciso prová-la por meio de uma metodologia científica", diz a veterinária Maria de Fátima Martins, professora da USP, no campus de Pirassununga, interior de São Paulo. Na UnB (Universidade de Brasília), desde março, uma equipe de veterinários e médicos estuda os efeitos da terapia mediada por cães no tratamento de pacientes com mal de Alzheimer, doença degenerativa que causa a morte dos neurônios e que tem como sintoma inicial a perda da memória imediata.

Todas às quartas-feiras pela manhã, os cães Ventus, um boiadeiro bernês de sete anos, e Barney, um golden retriever de um ano e meio, freqüentam o Centro de Referência para os Portadores da Doença de Alzheimer, que funciona no Centro de Medicina do Idoso do hospital universitário, onde os pacientes participam de sessões de fisioterapia e trabalham com a ajuda de neuropsicólogos e psiquiatras.

Segundo o geriatra Renato Maia, coordenador do centro, os resultados são visíveis. O fato de os pacientes se lembrarem dos cães no início e no final da sessão, por exemplo, já é considerado um grande feito para quem tem esse tipo de doença. "À medida que são expostos, os pacientes apresentam uma recuperação imediata da memória. Lembram de fatos que nem sempre discutem com a psicóloga. Muitos deles também voltaram a falar, algo que não faziam mais."

O projeto da UnB já atendeu 32 pessoas. "Estamos agora computando os dados. A mudança no humor dos pacientes é evidente, mas queremos mais informações. No exterior, a terapia com animais em contato com crianças é mais desenvolvida. Já vi estudos que mostraram, por exemplo, como a zooterapia reduziu o consumo de analgésicos entre os pequenos pacientes de oncologia. Com relação aos idosos, ainda falta muito", diz Maia.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária, em parceira com a Faculdade de Odontologia, ambas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), do campus de Araçatuba, iniciaram, em 2003, um projeto de pesquisa para investigar as reações que os animais provocam em crianças com necessidades especiais, como as que sofreram paralisia cerebral, as portadoras da síndrome de Down e de outros tipos de comprometimento mental. Desde outubro passado, Spike, Cacau e Monalisa, cães labradores, e Raja, um golden retriever, passeiam com seus proprietários pela sala de espera do setor de atendimento ao público da Faculdade de Odontologia. "Eles ajudam as crianças a se distraírem e as acalmam", diz a médica veterinária Valéria Nobre, uma das responsáveis pelo projeto.

"Antes, alguns pacientes podiam ser atendidos apenas mediante sedação. Hoje, isso mudou. Os mais agitados depositam a ansiedade nos cães e entram mais tranqüilos na sala da dentista, o que prova que é mesmo possível reduzir o uso de medicamentos", comemora Valéria, que busca mais informações para concluir a pesquisa sobre o tema.

Maria também faz parte de um projeto que tenta provar que os animais fazem jus ao título "melhor amigo do homem". O método utilizado na fisioterapia que ela faz é fruto do trabalho de conclusão de curso do fisioterapeuta Vinícius Fava Ribeiro, que teve a idéia de usar os cães como uma ferramenta.

Segundo Ribeiro, o cão é usado como estímulo em todos os exercícios das sessões de fisioterapia. "Quando escovam o animal ou brincam com ele, os pacientes trabalham o equilíbrio e estimulam a coordenação motora", afirma.

A também fisioterapeuta Claudinea Guedes Hanashiro, parceira de Ribeiro, conta que a presença do animal não só serviu de estímulo aos pacientes para que não faltassem às sessões mas trouxe resultados positivos para a melhora da saúde física e mental dos participantes. "Uma de nossas pacientes, que teve derrame, não mexia a mão direita durante as sessões de fisioterapia convencional. Hoje, ela movimenta a mão quando o cão está presente", diz.

"Outra paciente tem depressão e vive em estado de dormência, não reage a nada, a não ser quando o cão se aproxima. Aí, ela abre os olhos e até pronuncia algumas palavras", afirma Claudinea.

Além de as universidades investirem em estudos dessas terapias --Terapias Assistidas por Animais--, outros programas que usam os animais para promover bem-estar às pessoas --Atividades Assistidas por Animais-- também têm encontrado respaldo de profissionais da saúde.

A psicopedagoga Liana Pires Santos começou a usar cães, ratos, coelhos, porquinhos-da-índia e até algumas aves para auxiliá-la no trabalho com crianças e adolescentes. "Nos últimos dez anos, vi que os animais tornavam o trabalho mais atrativo e que podiam ser usados para auxiliar no tratamento de problemas de linguagem, de percepção corporal e de controle da ansiedade. A experiência mostrou-se promissora no tratamento de crianças com hiperatividade e com quadros depressivos", diz Liana.

Murilo Matheus Ranocchia, 9, freqüenta as sessões com os animais para melhorar o seu desempenho na sala de aula. Atualmente, ele estuda matemática com a ajuda dos ratinhos que acabaram de nascer. "É muito melhor com os bichos", conta. "Após dois anos, ele evoluiu muito nos estudos", diz Arlete Matheus Ranocchia, mãe do estudante.

Segundo a psicopedagoga, que também trabalha com cavalos, esses métodos trazem novas formas de socialização, autoconfiança e elevam a auto-estima. "Como acontece com crianças hiperativas, controlar a velocidade do cavalo, por exemplo, pode lhes ensinar a lidar com a ansiedade." Liana coordena, na Fundação Selma, em São Paulo, um serviço de equoterapia para pacientes de reabilitação física.

Uma das pioneiras no uso na zooterapia no país, a médica veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs coordena o projeto Pet Smile, em São Paulo, há quase dez anos. Ela --que fundou a Abrazoo (Associação Brasileira de Zooterapia)-- e uma dezena de voluntários levam animais para interagir com crianças e adolescentes em hospitais ou em instituições. Nas visitas, as vedetes são cães, gatos e coelhos.

"Além de servir como distração, a visita dos animais é importante para a saúde das crianças. Pesquisas mostram que boas emoções interferem de maneira positiva no sistema imunológico", afirma a pediatra Maria Tereza Gutierrez, da Santa Casa de São Paulo. Segundo a médica, a visita gera bons frutos no ambiente hospitalar, interferindo no humor não só dos pacientes mas de enfermeiros e médicos.

Para Hannelore, a zooterapia tem muito o que amadurecer. "Há bons profissionais da área da saúde que se interessem pelo tema, mas não têm conhecimento sobre os animais. Por outro lado, há profissionais da medicina veterinária que conhecem bem o animal, mas sabem pouco sobre os seres humanos." O caminho, para avançar, parece ser mesmo a aposta das universidades.

Escrito por Minestra às 11h27
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Boas noticias..já estava na hora mesmo


Onde encontrar:

Cão do Idoso: www.projetocao.org.br
Cão Terapeuta: www.caocidadao.com.br/caoterapeuta
Pet Smile: afuchs@amcham.com.br
Ande (Associação Nacional de Equoterapia): www.equoterapia.org.br
Fundação Selma: www.fund-selma.org.br
Zoológico de Curitiba: tel. 0/xx/41/378-1515
Centro de Medicina do Idoso do Hospital Universitário de Brasília (HUB): tel. 0/xx/61/448-5269
Dr. Escargot: tel. 0/xx/19/3565-4163



Escrito por Minestra às 11h26
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Cada uma...

19/10/2005 - 18h22

Livro mostra como aprender com seu cachorro a viver feliz

da Folha Online

Um livro bem-humorado com dicas de como "aprender com seu cachorro a viver feliz" será lançado, no próximo mês, no Brasil, pela Editora Francis.

Em 67 lições, "Cão que late não morde" (304 páginas, R$ 22,50), escrito por Matt Weinstein e Luke Barber, mostra como os humanos podem ganhar com a observação e a adoção de alguns comportamentos dos cães no dia-a-dia.

No livro, os autores convidam os leitores a pensar nos cachorros de uma forma que ainda não tinham pensado antes: como professores que podem ajudar a viver com mais satisfação e felicidade.

Veja alguns exemplos de atitudes dos cachorros que poderiam ser "copiadas" pelos humanos, segundo o livro:

- Demonstrar abertamente seu amor
- Ser amigo de verdade
- Não ter vergonha de dizer "oi"
- Se adaptar à mudança
- Perdoar facilmente
- Viajar com pouca bagagem
- Levar alegria consigo
- Sempre ter esperança
- Não morder quando só um rosnado resolve
- Receber críticas sem se ressentir
- Não se desconcertar com elogios
- Não se comparar uns com os outros
- Ser feliz com uma vida simples
- Transformar o trabalho em diversão
- Ser otimista
- Não se queixar do cardápio
- Ser fiel
- Não se importar com a raça
- Ser corajoso, curioso, sensível e compassivo
- Dançar com a vida e com a morte



Escrito por Minestra às 11h22
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Maratona Ortopédica

Pena eu não ter tido nem tempo de fotografar as atividades desses últimos dias. Ou eu fotografava, ou trabalhava.

Sempre que possível, agrupo cirurgias ortopédicas para uma mesma época (quando é possível esperar, claro), e convido um "super veterinário", o Edgard Pina, do Rio de Janeiro, para resolvê-las junto comigo.

Além de exelente cirurgião, é o cardiologista que confio, meu guru no tratamento dos meus pacientes cardiopatas.

Então na ocasião dessas cirurgias, entremeamos as cirurgias com consultas cardiológicas ou retornos para acompanhamento dos pacientes co-assistidos por ele.

Foram essas atividades que consumiram todo o meu tempo ontem e hoje.

Felizmente as cirurgias foram tranquilas, e até já demos alta para uma das pacientes, a Atena, uma Rottweiler cuja proprietária não parou de chorar de preocupação e ansiedade durante todo o tempo que ela esteve sob nossos cuidados. Tem cada mãe, viu....

Amanhã a clínica volta à rotina (se bem que as veterinárias que trabalham comigo, a Evelyn e a Alessandra deram um baita suporte com relação às consultas e internações enquanto eu estava enfurnada na sala de cirurgia).

Por mais que eu tente, não consigo gostar de fazer cirurgias ortopédicas. Precisa força, e o mais dificil de tudo: precisa saber controlar e manejar furadeiras e martelos. Tô fora! Mas isso o Edgard faz com maestria.

Verdade que existem excelentes cirurgiões ortopedistas veterinários em São Paulo mesmo, mas quando se forma uma equipe de sucesso, não se deve mexer no time, não é mesmo?

Foi a primeira vez que ele operou aqui com a participação da minha anestesista "preferida", a Aline. O melhor de tudo foi que eles também se entrosaram bem, pois um percebeu a competência do outro.

E não fizemos apenas cirurgias ortopédicas, não. Castramos e fizemos tratamento de cálculo dentário (tártaro).

No final estávamos só o pó, mas super felizes por tudo ter dado muito certo.

 

 



Escrito por Minestra às 22h59
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Ainda sobre a Pink

Havia um erro no endereço de e-mail dos proprietários da Pink.

Quem se interessar em adotá-la ou quiser mais informações, escreva para:

vendas6@espacoeforma.com.br

ou

nelson130@itelefonica.com.br

A situação lá está bem complicada, e já se ventila a hipótese de eutanásia da Pink...

 

 

 



Escrito por Minestra às 10h16
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Gatinha cinza

Terça feira, dia 11, amanheceu frio por aqui. Aliás, a noite inteira foi fria.

Se você não tivesse casa, e estivesse perabulando pela rua durante a noite fria, que lugar escolheria para passar uma noite mais quentinha?

Acertou quem respondeu: "Dentro do capô do carro da veterinária".

Pois é, na terça feira meu carro amanheceu miando!

Foi um custo pegá-la. A gatinha se escondia, fugia das nossas mãos. Fiquei toda suja de graxa.

Mas na hora do almoço, quando não tinha mais como protelar o uso do carro, e com a ajuda de um cliente que não tinha medo que sua mão virasse carne moída por alguma ventoinha que o motor ligado tivesse, conseguimos pegar uma das gatas mais bonitas que já vi.

Ela é de pêlo curto, totalmente cor de chumbo, e tem olhos cor de cobre. Amanhã tentarei fotografá-la para mostrar prá vocês. E é meiga e carinhosa também.

Na verdade eu estava sonhando em fazer uma foto em um fundo preto, para que parecesse ser uma foto preto e branca, mas apenas seus olhos amarelos denunciando ser colorida. Mas imagine, estou longe de conseguir isso, já que não sei bem manejar a maquininha. Mas de toda forma tentarei fotografar sem "efeitos especiais".

Mas não pretendo ficar com ela. Já me bastam Lufty, Ralph e Frajola.

Até a soltamos, imaginando que fosse de alguém da vizinhança, mas ela voltou. Parece que está no cio, porque mia o tempo todo, e adooooora um carinho.

Bom...vou tentar não ficar com ela, né????

 



Escrito por Minestra às 20h59
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Agora sim, temos que ajudar a Pink

Vocês se lembram da Pink, aquela cachorrinha que caiu de uma altura de 5metros, teve uma fratura na coluna e não andou mais?

Estamos com um problemão com ela, e conto com a ajuda de todos que lerem este post para resolvermos.

Bom, a Pink estava há 4 dias gemendo de dor no quintal de um vizinho, quando uma boa alma resolveu tomar providências e trazê-la à clínica para cuidados médicos. Para isso, teve que retirá-la da casa de seu proprietário, que estava só esperando a hora dela morrer de fome e sede, já que não conseguia chegar até seus potes.

Os dias foram se passando, e hoje em dia a Pink é uma cachorrinha animadíssima, corre com as duas patas da frente, arrastando as traseiras. Até festinha para sua atual dona ela faz, pulando em suas pernas. Come bem, tem uma saúde de ferro, e se mantém durante algum tempo em pé sobre as patas traseiras. Não é impossível que um dia volte a andar.

Acontece que a vida dá voltas...e sua protetora infelizmente está atravessando uma fase muito complicada, trabalhando de domingo à domingo. Quando chega do trabalho, tem criança e casa para cuidar, e mais os serviços de enfermagem para pink (ela só urina quando pressionam sua bexiga) e portanto, está enfrentando uma crise de estafa.

Sua situação financeira sofreu um baque, e tiveram que vender o único carro, tornando até mesmo mais difícil a locomoção da Pink para a clínica.

Como se isso não bastasse, sua outra cachorra está ficando à cada dia mais enciumada por ter perdido sua condição de “filha única”, e a forma que encontrou para protestar é rasgando sofás e tapetes.

Todos os moradores da casa, de humanos à caninos, estão estressados ao limite.

Por isso tudo, precisamos encontrar um novo lar para a Pink.

Tenho plena consciência de que se já não é fácil encontrar donos de filhotes  peludos e engraçadinhos, é bem mais complicado encontrar alguém que esteja disposto a se doar tanto assim, para uma cachorrinha paralítica. Mas não é impossível.

Sei que deve existir em algum lugar pessoas que disponham de tempo e amor de sobra pra dar, e que até mesmo dependam de uma responsabilidade dessas para ver mais sentido na vida. Basta acharmos essa pessoa.

Por isso, peço que ajudem a divulgar essa doação, pois quanto mais pessoas souberem desse caso, maior a nossa chance de encontrarmos o dono ideal para ela.

Tenho amigos que se dispuseram a ajudar financeiramente para a aquisição do carrinho, e quiseram até iniciar uma campanha para arrecadar mais fundos, mas não é de carrinho o que a Pink mais precisa agora. Ela precisa de alguém com tempo.

Posso contar com vocês de novo?

Obrigada.

 

Contatos com Nelson

e-mail: vendas6@espacoeforma.com.br

Celulares (11) 9155-0004 e 9154-9813

 



Escrito por Minestra às 22h06
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A imagem fala mais do que as palavras

Fonte: http://doggy.blogs.sapo.pt/



Escrito por Minestra às 20h37
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